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As inscrições para o curso da No Front podem ser feitas até dia 15 de fevereiro

Texto / Simone Freire
Imagem / Reprodução

Consumo, ostentação, endividamento. Como ter uma organização de finanças pessoais e da casa sem entender de economia? Para tentar desmistificar algumas questões e explicar outras, a No Front realiza mais uma edição do Curso de Educação Financeira, no dia 16 de fevereiro.

“O objetivo é trazer repertório financeiro para pessoas que têm pouco ou nenhum contato com o mercado financeiro trazendo ferramenta para que as pessoas aprendam a fazer a gestão das finanças com o objetivo de criar a cultura do investimento”, diz Gabriela Chaves, economista e uma das fundadoras da No Front.

Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em dezembro de 2018, as famílias com dívidas (não necessariamente em atraso) eram 59,8%. Já os inadimplentes, ou seja, aqueles com dívidas ou contas em atraso, somaram 22,8% em dezembro do ano passado. O percentual de famílias que não tiveram condições de pagar suas dívidas ou contas foi de 9,5% neste período.

O curso

A metodologia é totalmente inovadora, o que difere a iniciativa de qualquer outra. Para quebrar com a barreira que muitas pessoas têm de achar que a economia é algo muito difícil ou impossível, a empresa usa as músicas do grupo de rap Racionais MC´s em todo o processo. “A gente traz reflexões a partir da discografia para pensar questões como consumo, ostentação e até mesmo as perspectivas para o futuro”, diz Chaves.

Esta já é a sexta edição do curso que, em geral, vem sendo bem avaliado pelo público. Para se inscrever, basta preencher o formulário disponível aqui.

Saiba mais

Curso de Educação Financeira No Front
Data: 16/02 e 23/02, das 14h às 19h
Endereço: Rua General Jardim, n°490 - República.
Taxa de inscrição:
1º Lote - 150 reais - Disponível até 06/02
2º Lote - 175 reais - Disponível até 15/02
Inscreva-se: https://goo.gl/forms/YGq4NrxIj4BuRj0H3

 O povo preto quer narrar suas histórias

Vivemos em um mundo de disputa. Nossa sociedade tem profundas marcas das desigualdades que foram desenhadas ao longo da história. Na atualidade parece que há espaço para debate, a tão falada representatividade está sobre a mesa.
Mas o povo preto quer mais. Queremos narrar nossas próprias histórias. Queremos ter direito de fala não somente quando essa é concedida. Somos múltiplos, somos muitos e plurais. A ótica de ser preto no Brasil se revela como um espectro, tamanha a diversidade dos povos ancestrais que nos originaram, e a variedade de experiências que podemos ter e ser. Pertencer. O que nos conecta é pele.

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