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Sessões gratuitas e a um valor acessível exibem os clássicos do cineasta, como “Malcolm X”, “Faça a coisa certa” e “Febre na Selva”

Texto / Pedro Borges
Imagem / Jose M. Osorio / Chicago Tribune

A mostra "Acorde! O Cinema de Spike Lee" exibe 22 filmes do renomado cineasta, inclusive os clássicos “Malcolm X”, “Faça a coisa certa” e “Febre na Selva”. As sessões acontecem no Centro Cultural Banco do Brasil, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, e Brasília.

Na capital paulista, as exibições vão de 7 de Novembro a 3 de Dezembro, enquanto no Rio de Janeiro seguem até o dia 26 de Novembro e em Brasília permanecem em cartaz entre 20 de Novembro e 9 de Dezembro.

Os valores das sessões são simbólicos. Alguns filmes são gratuitos, outros têm o custo de R$ 10 para a entrada inteira e R$ 5, para a meia.

Spike Lee

A mais recente obra de sucesso do cineasta “BlacKkKlansman”, que conta a história de um homem negro infiltrado na Ku Kux Klan, tem estreia marcada para o Brasil em 22 de Novembro. O filme foi o vencedor do “Grande Prêmio do Júri”, no Festival de Cannes 2018.

Spike Lee coleciona prêmios internacionais de cinema. Entre eles, o “Melhor Filme Estrangeiro” do Festival de Cannes, de 1986, com a obra “Ela quer tudo”, o Oscar de “Roteiro Original” pela obra “Faça a coisa certa”, em 1990, e o Oscar “Documentário – longa metragem” com a produção “Quatro meninas – uma história real”, em 1998.

Serviço

Datas: São Paulo (7 de novembro a 3 de dezembro); Rio de Janeirio (7 a 26 de novembro); Brasília (20 de novembro a 9 de dezembro)
Preços: R$ 5 (meia entrada); R$ 10 (inteira)
Locais: CCBB SP (Rua Álvares Penteado, 112 - Centro); CCBB Rio (R. Primeiro de Março, 66 - Centro); CCBB DF (SCES, Trecho 02, lote 22)

 O povo preto quer narrar suas histórias

Vivemos em um mundo de disputa. Nossa sociedade tem profundas marcas das desigualdades que foram desenhadas ao longo da história. Na atualidade parece que há espaço para debate, a tão falada representatividade está sobre a mesa.
Mas o povo preto quer mais. Queremos narrar nossas próprias histórias. Queremos ter direito de fala não somente quando essa é concedida. Somos múltiplos, somos muitos e plurais. A ótica de ser preto no Brasil se revela como um espectro, tamanha a diversidade dos povos ancestrais que nos originaram, e a variedade de experiências que podemos ter e ser. Pertencer. O que nos conecta é pele.

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