A Copa do Mundo de Futebol Feminino acontece entre os dias 7 de junho e 7 de julho, na França. Desde 2004, essa é a edição com mais interesse de busca no Brasil, segundo o Google Trends

 Texto / Lucas Veloso I Imagem / Reprodução I Edição / Pedro Borges

Na estreia da Copa do Mundo de Futebol Feminino, a jogadora brasileira Marta foi a mais popular nas buscas em todo o mundo.

O levantamento do Google Trends sobre as atletas participantes analisou que Marta tinha 16% de todo o interesse de busca entre as jogadoras da Copa, e 41% mais interesse de busca que a segunda colocada, Alex Morgan (EUA). O levantamento capturou o interesse de busca na primeira semana do mundial. 

História e conquistas

Alagoana, Marta iniciou a carreira profissional no Vasco da Gama em 2000 com 14 anos. Após três anos no time, foi emprestada ao time mineiro Santa Cruz, onde jogou por duas temporadas, antes de ser negociada pelo time carioca, para defender o Umeå IK, na Suécia. Por este clube, tornou-se conhecida na Europa.

Sua primeira Copa do Mundo foi em 2003, com 17 anos. Depois, disputou as edições de 2007, 2011 e 2015.

Eleita melhor do mundo pela sexta vez em 2018, Marta está sem contrato com qualquer patrocinador de material esportivo desde julho de 2018. Recebeu algumas proposta, mas recusou por conta dos baixos valores oferecidos.

Ela também é embaixadora global da ONU Mulheres e luta por igualdade de direitos dentro do esporte. A título de comparação, a jogadora passou Pelé, considerado o rei do futebol, em número de gol em Copas do Mundo.  

Na última quinta-feira (13), a atleta realizou uma manifestação no jogo contra a Austrália. Suas chuteiras eram estampadas com o símbolo de igual (=), em referência à campanha Go Equal. “Bola igual. Campo igual. Regras iguais. Se a mulher joga futebol da mesma forma que o homem, por que ela não é reconhecida igualmente?”, diz o mote da campanha. 

 

Na estreia da Copa do Mundo de Futebol Feminino, a jogadora brasileira Marta foi a mais popular nas buscas em todo o mundo.


O levantamento do Google Trends sobre as atletas participantes analisou que Marta tinha 16% de todo o interesse de busca entre as jogadoras da Copa, e 41% mais interesse de busca que a segunda colocada, Alex Morgan (EUA). O levantamento capturou o interesse de busca na primeira semana do mundial.


História e conquistas


Alagoana, Marta iniciou a carreira profissional no Vasco da Gama em 2000 com 14 anos. Após três anos no time, foi emprestada ao time mineiro Santa Cruz, onde jogou por duas temporadas, antes de ser negociada pelo time carioca, para defender o Umeå IK, na Suécia. Por este clube, tornou-se conhecida na Europa.


Sua primeira Copa do Mundo foi em 2003, com 17 anos. Depois, disputou as edições de 2007, 2011 e 2015.


Eleita melhor do mundo pela sexta vez em 2018, Marta está sem contrato com qualquer patrocinador de material esportivo desde julho de 2018. Recebeu algumas proposta, mas recusou por conta dos baixos valores oferecidos.


Ela também é embaixadora global da ONU Mulheres e luta por igualdade de direitos dentro do esporte. A título de comparação, a jogadora passou Pelé, considerado o rei do futebol, em número de gol em Copas do Mundo.  


Na última quinta-feira (13), a atleta realizou uma manifestação no jogo contra a Austrália. Suas chuteiras eram estampadas com o símbolo de igual (=), em referência à campanha Go Equal. “Bola igual. Campo igual. Regras iguais. Se a mulher joga futebol da mesma forma que o homem, por que ela não é reconhecida igualmente?”, diz o mote da campanha.

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