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A iniciativa é do Departamento do Patrimônio Histórico do município

Texto / Lucas Veloso | Edição / Simone Freire | Imagem / Divulgação

O Dia Nacional do Samba é celebrado em todo o país no dia 2 de dezembro como reconhecimento da importância do ritmo musical na cultura brasileira. 

Para marcar a data, o Departamento do Patrimônio Histórico (DPH) organizou o seminário “Vozes do Samba”. O evento será no sábado (7), a partir das 10h, na Biblioteca Mário de Andrade.

Além do seminário, durante todo o mês de dezembro a cidade comemora a importância do samba para a formação da identidade nacional, com destaque para o seu desenvolvimento na capital.

Desde 1º de dezembro, São Paulo conta com mais de 65 atividades, incluindo shows, rodas de samba, seminários e sessões de cinema em vários pontos em todas as regiões da cidade.

Confira a programação do seminário “Vozes do Samba”:

09h – Credenciamento e Café da Manhã

9:30 – Abertura na Sala Tula Pilar

Alexandre Youssef – Secretário Municipal de Cultura da cidade de São Paulo

Raquel Schenkman- Diretora do DPH / Secretaria Municipal de Cultura

9:30 – Mesa 1

Cenário da salvaguarda do Samba em São Paulo – Políticas culturais em âmbitos municipal, estadual e federal

Walter Pires - DPH / Secretaria Municipal de Cultura

Elizabeth Mitiko - UPPH / Secretaria de Estado da Cultura

Marcos Rabelo - IPHAN / Departamento de Patrimônio Imaterial

13:30 – Mesa 2

Samba Paulistano: Memória, tradição e Linguagem

Moisés da Rocha – Sambista e Radialista

Maitê Freitas - Jornalista e Documentarista. Idealizadora e coordenadora da plataforma Samba Sampa

Tadeu Kaçula – Sambista, Sociólogo e Pesquisador

Wagner Nogueira – Sambista e Advogado

15h – Intervalo para o café com apresentação do Clube do Choro no Terraço

16h às 17h - Debate e encerramento

Mais informações podem ser consultadas na página do evento no Facebook.

 O povo preto quer narrar suas histórias

Vivemos em um mundo de disputa. Nossa sociedade tem profundas marcas das desigualdades que foram desenhadas ao longo da história. Na atualidade parece que há espaço para debate, a tão falada representatividade está sobre a mesa.
Mas o povo preto quer mais. Queremos narrar nossas próprias histórias. Queremos ter direito de fala não somente quando essa é concedida. Somos múltiplos, somos muitos e plurais. A ótica de ser preto no Brasil se revela como um espectro, tamanha a diversidade dos povos ancestrais que nos originaram, e a variedade de experiências que podemos ter e ser. Pertencer. O que nos conecta é pele.

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