fbpx

As consequências na subjetividade da população negra como o sentimento de inferioridade ainda são pouco discutidas; Confira as indicações da terapêura Carol Amanda

Texto / Simone Freire
Imagem / Reprodução

Em uma sociedade que alimenta o mito da democracia racial, os impactos do racismo para a população negra são um problema a ser enfrentado mas que, na maioria das vezes, são negligenciados no dia a dia por diversos fatores.

Não faltam dados econômicos e sociais que demonstrem a desigualdade social e racial no país. No entanto, as consequências na subjetividade da população negra, como a desvalorização da autoimagem, ou seja, o sentimento de inferioridade, ainda são pouco estudadas ou discutidas.

Para ajudar a achar soluções, a terapêuta menstrual Carol Amanda, idealizadora da Yoni das Pretas, elencou três terapias que, segundo ela, são as mais indicadas para tentar burlar este processo racista.

Constelação familiar

Prática que trabalha, principalmente, as emoções e energias inconscientes que influenciam as decisões. A técnica se baseia nos princípios da terapia sistêmica, que trabalha com a ideia de que quando alguém tem um conflito, deve-se buscar entender essa questão dentro do sistema do qual ele faz parte.

Thetahealing

Técnica de cura energética que ensina a identificar e mudar crenças, sentimentos e padrões bloqueadores.

Barra de Access

Terapia corporal que permite que o indivíduo e o seu corpo comecem a desprender-se dos pensamentos, idéias, condicionamentos, emoções, atitudes e crenças limitantes que tenham registrado sobre qualquer situação ou experiência.

 O povo preto quer narrar suas histórias

Vivemos em um mundo de disputa. Nossa sociedade tem profundas marcas das desigualdades que foram desenhadas ao longo da história. Na atualidade parece que há espaço para debate, a tão falada representatividade está sobre a mesa.
Mas o povo preto quer mais. Queremos narrar nossas próprias histórias. Queremos ter direito de fala não somente quando essa é concedida. Somos múltiplos, somos muitos e plurais. A ótica de ser preto no Brasil se revela como um espectro, tamanha a diversidade dos povos ancestrais que nos originaram, e a variedade de experiências que podemos ter e ser. Pertencer. O que nos conecta é pele.

Apoie o Alma Preta e nos ajude a continuar contando todas essas histórias.

Vamos fazer jornalismo na raça!

Sobre o Alma Preta

O Alma Preta é uma agência de jornalismo especializado na temática racial do Brasil. Em nosso conteúdo você encontra reportagens, coberturas, colunas, análises, produções audiovisuais, ilustrações e divulgação de eventos da comunidade afro-brasileira. Nosso objetivo é construir um novo formato de gestão de processos, pessoas e recursos através do jornalismo qualificado e independente.

Contato

E-mail
jornalismoalmapreta(@)gmail.com